Cobre fecha em forte alta com sinais de demanda na China e alívio do dólar

Os contratos futuros de cobre fecharam em forte alta nesta terça-feira (3), com sinais da demanda da China, uma pausa na valorização do dólar e temores pela oferta da Coreia do Sul. Além disso, impulsiona as cotações o receio de que o desenrolar de uma guerra comercial entre China e Estados Unidos possa limitar a oferta.

O cobre para março tinha alta de 1,73%, a US$ 4,2020, a libra-peso, na Comex, divisão de metais da New York Mercantile Exchange (Nymex). O cobre para três meses era negociado em alta de 1,33%, a US$ 9.116,00 a tonelada, na London Metal Exchange (LME), por volta das 15h00 (de Brasília).

A Sucden Finacial cita um sentimento moderadamente positivo da China, onde o desempenho industrial melhorou pelo segundo mês consecutivo. Além disso, a China pulou a leitura do Politburo na sua reunião regular de novembro, levando os mercados a especular que o apoio ao estímulo poderá estar a caminho. Ontem, o presidente do BC chinês, Pan Gongsheng, prometeu manter a política monetária acomodatícia no ano que vem.

De acordo com o grupo de pesquisa Antaike, os importadores de metal chineses pararam de comprar sucata de cobre dos EUA. Há receios de que os carregamentos, que chegariam então em janeiro, possam estar sujeitos a tarifas mais elevadas por parte do governo chinês no conflito comercial com o presidente eleito dos EUA, Donald Trump, que toma posse em janeiro, aponta o Commerzbank. Durante o primeiro mandato de Trump, foram introduzidas tarifas de 25% sobre a sucata de cobre dos EUA. A sucata de cobre representa 30% da matéria-prima nas fundições de cobre chinesas.

Os contratos aceleraram alta depois que o presidente da Coreia do Sul, Yoon Suk Yeol, declarou lei marcial no país. Em Nova York, o metal chegou a subir 3%. Segundo o Observatório da Complexidade Econômica (OEC), a Coreia do Sul está entre os 15 maiores exportadores de minério de cobre do mundo.

 

No mesmo horário, a tonelada do alumínio subia 0,33%, a US$ 2.609,00. A do estanho avançava 0,91%, a US$ 28.795,00. A do zinco tinha alta de 0,54%, a US$ 3.098,00. A tonelada do chumbo avançava 0,46% a US$ 2.082,50. E o níquel tinha alta de 1,97%, a US$ 16.065,00.

Fonte: Estadão

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